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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Biblioteca Virtual voltada a livros de Aquicultura e Pesca


Pessoal, estou disponibilizando acesso a todos os arquivos que tenho sobre a aquicultura e pesca, além de vários temas correlatos. O objetivo principal de disponibilizar acesso livre a esse material, é o fato de ainda ser bastante difícil o acesso a livros, manuais, cartilhas, dentre outros, como também, muito desse conteúdo está disperso pela internet, tornando em muitos casos exaustivo a procura de determinado material. 

Portanto, nesse grande PORTAL, será disponibilizado em formato PDF qualquer arquivo para download. Espero que isso possa contribuir bastante para sua formação, como também, a de estudantes, profissionais, professores e produtores do setor. 

A disseminação de informação sempre foi o objetivo principal desse blogspot. Caso você tenha algum material e que queira compartilhar, basta entrar em contato. 

Para acessar a biblioteca virtual acesse AQUI.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Livro digital sobre Agroecologia está disponível para download



O livro “Trajetória das ações em Agroecologia na Embrapa Meio Ambiente” está disponível em formato digital para acesso livre. Segundo os pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e editores técnicos do livro, Mário Artemio Urchei e João Carlos Canuto, “a obra reflete uma pequena porção do trabalho de pesquisa e desenvolvimento no foco da Agroecologia realizado na Embrapa Meio Ambiente.

Apresenta exemplos que ilustram o desenvolvimento do tema na nossa Unidade, como material sobre o qual o leitor possa compreender a forma de trabalhar da Equipe de Agroecologia, aliando os elos indissociáveis da construção e da apropriação social do conhecimento".

Dessa forma, continuam, esses relatos e reflexões dão conta de novas formas de abordagem conceitual e metodológica para a pesquisa-ação participativa. Para tanto, os exemplos convergem no sentido de mostrar as conexões entre o conhecimento ancestral, resgatado e reconstruído, e a pesquisa clássica, igualmente ressignificada por meio do enfoque transdisciplinar.

Conforme os editores, "a Agroecologia, mais que um conjunto de técnicas, apresenta-se como uma alternativa comprovadamente viável para substituir o modelo agrícola hegemônico, oferecendo um importante instrumental para o avanço técnico, a viabilidade econômica e a inclusão social".

O livro apresenta, assim, desde uma contextualização histórica até a aplicação dos princípios agroecológicos à realidade de distintos contextos locais e regionais, retratando a unidade e a sua inelutável diversidade.


Fonte: www.embrapa.br.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Embrapa Pesca e Aquicultura lança livros com dados inéditos sobre o mercado da tilápia


Tocantins (TO) - Pesquisadores, técnicos, estudantes e interessados no tema já podem contar com um levantamento completo da cadeia da tilápia nos cinco principais polos produtores do peixe do Brasil, localizados no Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Ceará e São Francisco. São os livros Diagnóstico da cadeia de valor da tilapicultura no Brasil e Dimensão socioeconômica da tilapicultura no Brasil, lançados pela Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas, TO), disponíveis para download gratuito no site do centro de pesquisas. As obras apresentam dados inéditos levantados junto a diferentes elos da cadeia que compõem os principais polos produtivos de tilápia no país, incluindo informações sobre a história de desenvolvimento de cada polo, suas características produtivas e de mercado.

Renata Melon Barroso, autora das publicações, conta que os dois livros são os principais produtos de seu projeto de pesquisa, de 2015 a 2017. “A tilápia é uma espécie que conta com muita informação, mas de forma dispersa e fragmentada. Daí tivemos a iniciativa de propor esse projeto, para sistematizar melhor os dados”, explica a analista da Embrapa, que fez questão de também realizar um levantamento socioeconômico de toda a cadeia. Com isso dados sobre mão de obra, a participação da mulher, geração de empregos e salários também foram apurados durante o estudo.

A tilapicultura lidera a aquicultura brasileira em volume e mercado. Segundo Eric Arthur Routledge, Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura, há espaço para a produção crescer mais ainda.  “A tilápia é uma cadeia com condições de competir com as cadeias das carnes bovina, suína e de frango, além de diminuir a importação de filés de peixe importados que pressionam negativamente a balança comercial brasileira em bilhões de dólares todos os anos”, aposta ele.

O dinamismo da atividade foi sentido pela a autora já desde o período de levantamento de dados. Renata teve a oportunidade de estar no Polo do Castanhão em dois momentos bem distintos: no seu auge e na sua total decadência, num intervalo de apenas dois anos. Segundo a autora, o Castanhão teve seu auge de 2013 a 2015. Há três anos atrás, quando a autora esteve na região, a produtividade ainda era boa, mas a crise hídrica dava seus primeiros sinais. “Eles sofreram um grande golpe naquele ano porque, para piorar as coisas, também houve um problema com abertura das comportas da represa, que provocou uma enorme mortandade de peixes. Metade da produção foi dizimada em um único dia. Até que dois anos depois a produção foi a zero, provocando um movimento migratório para o São Francisco e o Piauí”, relata ela, acrescentando que a crise abateu muito o Ceará, por ser um dos estados que mais consomem tilápia.

O que pode causar estranheza – um peixe de água doce fazendo sucesso em um estado litorâneo – pode ser explicado por três fatores: escala, padrão e constância no fornecimento. Enquanto várias espécies de água salgada têm seu fornecimento interrompido em épocas de defeso, a produção da tilápia é constante. Sua carne branca e sabor suave tem agradado o mercado cearense, que costuma consumi-la inteira e fresca, trazida em caminhões do Paraná. A espécie também está entrando no preparo das moquecas capixabas. Para restaurantes e supermercados, a constância no fornecimento e o padrão são fundamentais.

Segundo Renata, as diferenças sociais das regiões Nordeste, Sul e Sudeste também foram refletidas no livro. “Ficaram bem nítidas as discrepâncias salariais entre o Sul e o Nordeste, onde muitos trabalham até sem carteira assinada. Chamou também a nossa atenção a política de gestão de pessoas das empresas do Sul e Sudeste para promover maior retenção de seus empregados, oferecendo benefícios que não se encontram em outros lugares”, destaca ela, que ressalta a importância no desenvolvimento de tecnologias a baixo custo e no associativismo. “O produtor que não atua por meio de uma cooperativa é muito frágil. Não tem volume de produção, tampouco não consegue barganhar preço. É a única saída viável para os pequenos”, conclui.

Você pode baixar os livros clicando nas imagens abaixo.




Fonte: www.embrapa.br.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

A CNA lançou o guia de doenças de animais aquáticos e o manual de biosseguridade

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou em abril o guia de doenças de animais aquáticos e o manual de biosseguridade voltados para a sanidade aquícola, durante a reunião da Comissão Nacional de Aquicultura, em Brasília. 




Download pelo site da Embrapa: AQUI

Download do livro: Doenças de animais Aquáticos de Importância para o Brasil - Manual de Identificação no Campo.

Download do livro: Manual Técnico - Biosseguridade e resposta a emergência sanitária para a produção de animais de aquicultura.


quarta-feira, 18 de abril de 2018

CNA lança publicações sobre biosseguridade e doenças na aquicultura


Brasília (DF) - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou duas publicações de interesse para os aquicultores brasileiros, na ultima terça-feira (17), durante a reunião da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, na sede da entidade.

O “Manual Técnico – Biosseguridade e resposta a emergência sanitária para a produção de animais de aquicultura” tem como objetivo orientar o produtor no processo de desenvolvimento das boas práticas de manejo nas propriedades aquícolas, principalmente para evitar a ocorrência de doenças nos plantéis.

Serão abordados temas como descontaminação e destinação de material de risco em aquiculturas, emergência sanitária, repovoamento e medidas de biosseguridade para evitar reintrodução de patógenos e fundos indenizatórios.

Já a publicação “Doenças de Animais Aquáticos de Importância do Brasil – Manual de Identificação no Campo” vai auxiliar os produtores envolvidos em maricultura, ostreicultura, piscicultura, carcinicultura e outros a reconhecer doenças de importância para a aquicultura nacional.

Nela, poderão ser encontradas informações sobre como notificar a ocorrência ou a suspeita de doenças e esclarecimentos sobre infecções específicas de moluscos, de crustáceos, de peixes e de anfíbios.

Segundo o assessor técnico da CNA, Victor Ayres, a aquicultura é a atividade agropecuária que mais cresce no Brasil – aproximadamente 12% ao ano – e desempenha papel significativo no fornecimento mundial de alimentos. Entretanto, um dos principais desafios para o aumento da produção de pescado é o controle de doenças nos cultivos.

“A nossa intenção é fazer com que o produtor consiga diagnosticar os problemas, estruturar a sua propriedade e ter o controle contínuo de boas práticas. Dessa forma vamos aumentar a produtividade, reduzir prejuízos econômicos e, com certeza, abrir novos mercados para os nossos produtos”, destacou Victor Ayres.

As versões digitais das duas publicações poderão ser acessadas gratuitamente no site da CNA (www.cnabrasil.org.br).


domingo, 5 de novembro de 2017

Manual Técnico de Ranicultura está disponível para download


Titulo: Manual técnico de ranicultura.

Referência: André Yves Cribb, Andre Muniz Afonso, Cláudia Maris Ferreira Mostério.  Manual técnico de ranicultura. Brasília, DF : Embrapa, 2013. 73 p.

ISBN: 978-85-7035-275-0.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) disponibilizou no mês de outubro a versão para download do Manual Técnico de Ranicultura, lançado em 2013 em parceria com Instituto de Pesca (IP-APTA), órgão de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e Universidade Federal do Paraná.

O Manual Técnico tem por objetivo desfazer um grave gargalo do setor da ranicultura no Brasil: a falta de informações e dados técnicos para o produtor sobre essa cadeia produtiva. Para cumprir tal objetivo, os autores abordam ao longo de seis capítulos temas como o histórico de desenvolvimento da Ranicultura no Brasil; a biologia da Rã-touro Americana; noções de qualidade da água para a criação de rãs; instalações e manejo zootécnico; abate, comercialização e noções de mercado dos produtos e subprodutos da rã; e projetos de ranicultura.

A publicação, fruto do projeto “Construção de uma rede de interação e aprendizagem para a transferência de tecnologia na cadeia ranícola brasileira”, foi elaborada pelos pesquisadores Cláudia Maris Ferreira Mostério, do Instituto de Pesca, André Yves Cribb, da Embrapa Agroindústria, e Andre Muniz Afonso, da Universidade Federal do Paraná.

Ficou interessado? Clique aqui e faça o download do Manual Técnico de Ranicultura gratuitamente.


Para mais livros acesse aqui no blog nossa biblioteca e faça download dos principais livros da área de Engenharia de Pesca e afins: Biblioteca virtual.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Boas Práticas de Manejo em Aquicultura atendem ao Código Florestal

Publicação da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) indica conjunto de Boas Práticas de Manejo (BPM) para a produção de peixes em tanques-rede que atende as regulamentações da Lei 12.651, conhecida como Novo Código Florestal



Publicação da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) indica conjunto de Boas Práticas de Manejo (BPM) para a produção de peixes em tanques-rede que atende as regulamentações da Lei 12.651, conhecida como Novo Código Florestal. O Código dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, a adoção de boas práticas agrícolas, como por exemplo, na prevenção dos processos erosivos do solo nas áreas de preservação permanente, de proteção ambiental e da preservação dos recursos hídricos.
Atualmente, a produção de peixes em tanques-rede é praticada em vários reservatórios e pequenos açudes distribuídos em todo o território nacional. Nesse panorama, é comum observar vários projetos conduzidos de forma competitiva e sustentável. Entretanto, ainda há muito que se fazer para atingir o potencial produtivo ideal. Para isso, é preciso unir estas iniciativas com os esforços de todos os envolvidos de modo a conciliar a produção e a preservação dos recursos hídricos a partir do desenvolvimento e adoção de BPM.
Muitos procedimentos para garantir a melhoria dos índices econômicos e ambientais estão validados e disponíveis. Assim, a principal questão a ser respondida é porque muitos piscicultores ainda não adotam BPM e as aplicam corretamente. O pesquisador Julio Queiroz, da Embrapa Meio Ambiente, acredita que a resposta pode ser a dificuldade encontrada para identificar, selecionar e aplicar as melhores BPM na solução de um problema em particular. “Certamente, existe uma série de recomendações para superar os problemas relacionados com a escolha do local, com a qualidade da água, com o manejo alimentar e a prevenção de doenças”.
Conforme o pesquisador, existem várias maneiras para selecionar as BPM mais adequadas. Erros comuns ainda são recorrentes e vêm comprometendo a competitividade e a sustentabilidade do setor. É comum observar sistemas de produção considerados como exemplos de “tecnologia e eficiência”, onde foram feitos investimentos em grande escala associados ao uso de tecnologias sofisticadas sem, no entanto, obter resultados positivos.
Um olhar mais atento irá demonstrar que as principais razões para essas falhas estão fortemente relacionadas com a falta da adoção de BPM. Parece que a ideia principal é sempre produzir mais. O que realmente importa é concentrar esforços no sentido de buscar a redução dos custos de produção, associados ao aumento dos benefícios econômicos, sociais e ambientais.
Nos grandes reservatórios, os peixes estão sujeitos a vários impactos causados não só pelas condições naturais, como também pelas mudanças climáticas, hidrodinâmica do local e alterações bruscas na qualidade da água e, ainda, por outros fatores externos como o aporte de matéria orgânica e, por vezes, de poluentes transportados pelo escoamento superficial após chuvas intensas.
Com a qualidade da água prejudicada, há redução da produtividade. Uma das soluções para evitar o aporte de sedimentos, matéria orgânica e poluentes no interior dos reservatórios é manter uma cobertura vegetal mais densa e adequada ou construir, na medida do possível, uma pequena valeta para desviar o fluxo da água para longe das margens dos reservatórios.
A hidrodinâmica do reservatório é importante porque a distribuição de oxigênio dissolvido e a maneira como os resíduos e substancias contaminantes são transportadas e diluídas é determinada pela direção e velocidade das correntes da água. Outro ponto impactante é a forma do reservatório e a sua profundidade. Nos locais com pouca circulação de água, normalmente, ocorre um acumulo detritos e sólidos em suspensão na superfície da água que irão precipitar e se acumular no fundo, resultando no aumento da demanda de oxigênio dissolvido, especialmente em locais onde a coluna da água não é muito profunda.
Por outro lado, onde a profundidade é muito alta pode ocorrer grande mortalidade de peixes causada pela desestratificação da coluna de água. É importante observar que os tanques-rede devem ser instalados não muito distantes das margens para facilitar o acesso, estar distantes o suficiente para permitir a passagem de barcos e protegidos da ação de ventos fortes.
Além disso, há os impactos provocados por fontes de poluição difusas resultantes do uso de agrotóxicos aplicados em sistemas de agricultura intensiva, além da drenagem de efluentes domésticos e industriais.
As alterações climáticas também podem causar uma série de impactos. Portanto, para o desenvolvimento de estratégias de adaptação para o setor produtivo, é essencial entender esses impactos, os seus percursos, a sua variabilidade e seus riscos. Dentre as BPM apontadas pela FAO, destacam-se o zoneamento da aquicultura para minimizar os riscos para os novos empreendimentos e deslocamento para áreas menos expostas; estratégias para melhorar o monitoramento da saúde dos peixes, aumentar a eficiência do uso e reciclagem da água e aquaponia aumento da eficiência alimentar para reduzir a pressão e a dependência de recursos alimentares; desenvolvimento de estoque de alevinos e pós- larvas melhor adaptadas, procedimentos de larvicultura mais confiáveis para facilitar o crescimento em condições mais estressantes e facilitar a reabilitação da produção após desastres; melhoria dos sistemas de alerta precoce; reforço e aprimoramento dos equipamentos e unidades de cultivo, incluindo estruturas com melhor retenção, como por exemplo, tanques-rede mais resistentes e com profundidade ajustável para flutuação de acordo com a variação dos níveis da água, viveiros mais profundos, além de melhoria dos métodos de despesca e agregação de valor.
A alimentação representa mais de 50% dos custos totais. Os restos de ração não consumida, somada aos dejetos causam uma série de alterações na qualidade da água, no equilíbrio ecológico dos reservatórios e também na área de influência.
Outro ponto de destaque é a temperatura da água, que nos grandes reservatórios pode sofrer variações em função da ocorrência de frentes frias e dias nublados, durante os quais a redução da atividade fotossintética poderá diminuir a concentração de oxigênio dissolvido, e, em muitos casos, promover a mortalidade em massa das microalgas.
Outro fator é o resfriamento noturno, que diminui a temperatura da água superficial, ocasionando a estratificação da coluna da água. Além das estações do ano, os ventos, as calmarias, as chuvas e os sólidos em suspensão. O importante é selecionar uma espécie de peixe que já esteja bem adaptada ao clima local.
A concentração de oxigênio dissolvido é a variável mais crítica para os sistemas de produção em grandes reservatórios e está diretamente relacionada ao manejo e à alimentação. Antes de estocar os peixes é preciso determinar a quantidade de oxigênio dissolvido que será consumida para assegurar a sobrevivência e o crescimento satisfatório dos peixes.
Aponta-se que as causas mais comuns de estresse estão diretamente relacionadas com a composição da ração e com a sua capacidade de satisfazer as exigências nutricionais das diferentes espécies, sendo que o uso de rações de baixa qualidade aumenta as chances de ocorrência de doenças e mortalidade. Além da utilização de densidades de peixes muito elevadas.
Algumas BPM são fundamentais - controle da erosão e do aporte de sedimentos, adoção de boas práticas de conservação do solo e preservação da cobertura vegetal, proteção das margens, construção de terraços ou valetas para desviar o excesso de escoamento superficial, manutenção de um tempo mínimo de retenção hidráulica, drenagem periódica dos viveiros e/ou pequenos reservatórios rurais e manter o gado longe dos reservatórios.
Boas práticas para redução da carga orgânica - usar ração peletizada, estrusada e com concentrações adequadas de nutrientes, monitorar a temperatura da água e selecionar quais são as variáveis de qualidade de água que afetam o consumo de ração. Temperaturas altas associadas a valores de pH altos resultam em um alto percentual de amônia não ionizada que pode estressar os peixes, reduzir o apetite e, ainda, a sua habilidade de converter a ração consumida em ganho de peso e crescimento; reduzir a quantidade quando há acumulo de ração na água. No caso de distribuição manual, observar o comportamento dos peixes para evitar alimentar os peixes em excesso, reservar um espaço ventilado, seco e protegido de roedores para estocar a ração, que deve ser consumida antes do vencimento da data de validade.
Conservação dos recursos hídricos - usar poucas fontes de água para abastecimento, para assegurar um controle melhor e mais eficiente da quantidade e da qualidade da água; reservar uma área para tratamento de esgoto e resíduos de animais; evitar o armazenamento de produtos químicos como fertilizantes, agroquímicos e combustíveis perto dos reservatórios, evitar a construção de novos viveiros e reservatórios em áreas de drenagem nas bacias hidrográficas já impactadas com loteamentos de casas e atividades industriais ou agrícolas, e também a construção de reservatórios onde o solo tenha um teor muito baixo ou excessivo de argila. Solos com baixo teor de argila apresentam alta infiltração e solos com alto teor, apesar de terem boa compactação, não são indicados para a construção de diques e taludes devido a sua instabilidade, além de reduzir a frequência das trocas de água, o que também reduz o potencial de poluição e os custos com bombeamento.
Algumas BPM indicadas são resultantes de vários projetos de pesquisa conduzidos pela Embrapa Meio Ambiente em parceria com a Auburn University, EUA, com algumas Unidades da Embrapa e outras instituições de fomento, ensino e pesquisa, tais como a FINEP, CNPq, e APTA – Polo Regional do Leste Paulista.



Título: Boas práticas de manejo para piscicultura em tanques-rede.
Referência: QUEIROZ, J. F. de; ROTTA, M. A. 2016. Boas práticas de manejo para piscicultura em tanques-rede. Embrapa Meio Ambiente. Circular Técnica 26. Jaguariúna, SP. 10 pp.
ISSN: 1516-4683.

Download do arquivo: EMBRAPA ou AQUI. 

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Livro "Políticas Públicas de Desenvolvimento Rural no Brasil" (2015) disponível para download gratuito



O livro "Políticas Públicas de Desenvolvimento Rural no Brasil" (2015), com organização dos professores Catia Grisa e Sergio Schneider, está disponível para download gratuito na sua versão integral. 

O livro tem como objetivo proporcionar um panorama do conjunto das políticas públicas que atualmente incidem sobre o meio rural brasileiro e repercutem na dinâmica econômica e social do país e nas diversas e complexas realidades regionais.
Fonte: www.ufrgs.br.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Guia de Implantação das normas brasileiras da aquicultura


Este Guia tem como objetivo orientar os produtores e técnicos na implementação de ações que visem o atendimento dos requisitos e orientações contidos nas Normas Técnicas voltadas ao setor de aquicultura e, dessa maneira, aplicá-los de forma adequada.

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Título: Guia de Implantação das normas brasileiras da aquicultura.

Referência: Associação Brasileira de Normas Técnicas. Guia de Implantação das normas brasileiras da aquicultura [recurso eletrônico]. Associação Brasileira de Normas Técnicas, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. – Rio de Janeiro: ABNT; Sebrae, 2016. 64 p.

ISBN: 978-85-07-06097-0.

Download: 1° opção - MEGA -  2° opção - Dropbox.


Para download de outros livros, acesse: Download de Livros.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Manuais do SEBRAE sobre o gigante da Amazônia - O Pirarucu!

Olá profissionais Engenheiros de Pesca e empreendedores e demais classes ligadas a aquicultura, é com grande satisfação que compartilho aqui no blog Empreendendo Aquicultura essa série de manuais elaborados pelo SEBRAE que trazem valiosas informações sobre o gigante da Amazônia, o pirarucu (arapaima sp.). 

Essas são publicações que estão disponíveis em formato PDF no site do Seminário Nacional do Pirarucu da Amazônia, que ocorreu inicio desse mês (09 e 10 de novembro) em Brasilia,   mais informações em >> www.seminariopirarucu.com.br.




Caso tenha gostado dessa publicação, compartilhe com os demais colegas, vamos disseminar conhecimento sobre essa maravilha espécie, além de vincular nas redes sociais cada vez mais nossa atividade, que é a aquicultura, vamos mostrar ao publico geral o quão bela é nossa profissão.




Manual de Boas Práticas de Produção do Pirarucu em Cativeiro

Referência: SEBRAE. Manual de Boas Práticas de Produção de Pirarucu em Cativeiro. Brasília: Sebrae, 2013. 48 p.


ISBN: 000-00-0000-000-0

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).




Manual Boas Práticas de Reprodução do Pirarucu em Cativeiro

Referência: SEBRAE. Manual de Boas Práticas de Reprodução de Pirarucu em Cativeiro. Brasília: Sebrae, 2013. 76 p.

ISBN: 000-00-0000-000-0

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).




Livro Sabores da Amazônia que representam oportunidades de negócios

Referência: SEBRAE. Livro Sabores da Amazônia que representam oportunidades de negócios. 2016. 76 p. 

ISBN: 000-00-0000-000-0

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).





Manejo da Reprodução do Pirarucu

Referência: SEBRAE. Manejo da Reprodução do Pirarucu. Sebrae, Brasília, 2016. 80 p.

ISBN: 000-00-0000-000-0

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).



Manejo da Produção do Pirarucu na Fase de Engorda

Referência: SEBRAE. Manejo da Produção do Pirarucu na Fase de Engorda. Sebrae, Brasília, 2016. 64 p.

ISBN: 000-00-0000-000-0

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).



Estudo de Mercado Consumidor do Pirarucu. 

Referência: SEBRAE. Estudo de Mercado Consumidor do Pirarucu. Sebrae, Brasília, 2016
112 p.

ISBN: 000-00-0000-000-0.

Download: Opção 1 (BOX) - Opção 2 (MEGA).


Para download de mais livros, acesse nossa página de AQUI.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Manual aborda conservação dos quelônios da Amazônia

Texto é resultado do trabalho conjunto do ICMBio, Ibama e instituições de pesquisa. São nove capítulos que tratam dos mais diferentes aspectos da preservação desses animais



Brasília (DF) - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ibama acabam de publicar o manual técnico Manejo Conservacionista e Monitoramento Populacional de Quelônios Amazônicos. O documento trata dos aspectos metodológicos para conservação e monitoramento desses animais e traz informações sobre educação ambiental e participação das comunidades locais no processo.

Resultado do trabalho conjunto do ICMBio, Ibama e importantes instituições de pesquisa e conservação, a obra atualiza métodos e orientações técnicas empregados na conservação dos quelônios amazônicos, tornando-se referência para servidores, pesquisadores e estudantes, entre outros potenciais interessados.

Quelônios são os chamados animais com casco. Na Amazônia, são encontradas 17 espécies, entre elas, tartarugas, cágados, iaçás, tracajás e jabutis.

Os nove capítulos do manual mostram o nível em que se encontra o conhecimento relativo à conservação dos quelônios amazônicos no Brasil, a história natural e a biologia dessas espécies, questões relacionadas ao envolvimento comunitário e as ações do planejamento ao preparo das áreas de reprodução, passando pelo monitoramento nos locais de desova até o manejo dos filhotes.

Plano de ação

O trabalho reforça as ações do ICMBio e Ibama dentro do Plano de Ação Nacional (PAN) para Conservação dos Quelônios Amazônicos. "A obra objetiva padronizar e nivelar entre os diferentes atores sociais, sejam entidades públicas e organizações não governamentais, as metodologias de manejo e monitoramento populacional de quelônios amazônicos, o que favorecerá análises comparativas das múltiplas variáveis decorrentes dos diversos projetos de pesquisas e monitoramentos afins", disse a coordenadora do Centro Nacional de Conservação e Pesquisa de Répteis e Anfíbios (RAN) do ICMBio, Vera Lúcia Ferreira Luz.

De acordo com a diretora de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas (DBFlo) do Ibama, Ana Alice Biedzicki de Marques, a produção desse material técnico é muito importante porque aborda aspectos socioambientais de monitoramento e conservação a partir do envolvimento das comunidades ribeirinhas nas regiões de ocorrência das espécies alvo de conservação.

O organizador e editor do livro, Rafael Antônio Machado Balestra, analista ambiental do ICMBio, disse que a recuperação e manutenção dos índices populacionais de quelônios amazônicos desejáveis estão condicionadas à continuidade, ao aprimoramento e à ampliação dos trabalhos de proteção, manejo e pesquisa com esses animais. "Essas atividades requerem rigoroso planejamento e revisões periódicas dos procedimentos técnico-metodológicos, validadas e adotados pelas diversas instituições interessadas”, afirmou ele, ao ressaltar a importância do manual.

Serviço:

O manual está disponível em formato digital para download gratuito aqui. 


quarta-feira, 23 de março de 2016

Manual identifica espécies de peixes para ajudar no combate à fraude

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou em Brasília, nesta terça-feira (22), um manual de inspeção para identificação de espécies de peixes. A publicação vai contribuir com a fiscalização agropecuária e o controle de qualidade de pescados pelo setor privado.
O manual identifica quase cem espécies nacionais e importadas de peixes embalados, principalmente na forma de filés. São produtos que podem ser facilmente fraudados e enganar o consumidor. É o caso do linguado, um peixe caro, que pode ser substituído pelo alabote ou panga. Enquanto o quilo do filé de panga custa R$ 15, o de linguado é vendido, no mínimo, pelo dobro.
Capa do Manual de Inspeção.
O autor do manual é o fiscal federal agropecuário Rodrigo Mabilia, que trabalha na fiscalização de pescados em Santa Catarina, no Vale do Itajaí – maior polo pesqueiro do Brasil. A publicação identifica as características físicas do pescado, através de fotos e ilustrações. "A musculatura é um dos aspectos que mais diferencia as espécies", diz Rodrigo.
Além de ajudar o trabalho dos fiscais federais agropecuários, o manual também pode ser usado por pesquisadores e empresas de pescados que queiram aperfeiçoar o controle de qualidade. "Muitos peixes são tão parecidos que não há como o consumidor perceber a diferença. Daí a importância do trabalho da fiscalização", lembra o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Luís Rangel.
Para a identificação de fraudes em pescados, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, José Luis Ravagnani, lembra que o Ministério da Agricultura conta com a análise de DNA, feita pela Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) de Goiânia. A unidade da rede Lanagro comprova ou não as fraudes em amostras coletadas no comércio pelos fiscais federais agropecuários em todo o país.
Veja aqui a publicação.
Download alternativo do Manual: AQUI.
Outros títulos você encontra em nossa biblioteca virtual: AQUI.

terça-feira, 22 de março de 2016

Desafios da agricultura familiar nas próximas décadas é tema de novo livro do IPAM



Brasília (DF) - O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) lança o livro "Caminhos para uma Agricultura Familiar sob Bases Ecológicas: Produzindo com Baixa Emissão de Carbono". Formado por 11 artigos escritos por especialistas que participaram de seminário realizado pelo instituto em 2013, a publicação traça os principais desafios que a produção familiar enfrenta atualmente no Brasil.
Em 2006, de acordo com o último Censo Agropecuário, os produtores familiares respondiam por 71,3% dos 475.775 estabelecimentos rurais na região Norte do Brasil, ocupando 24,3% da área total.
Estudo conduzido por Eduardo Assad, da Embrapa, que inicia o livro, indica redução de área plantada das principais culturas brasileiras até 2055. E, quanto menos acesso à tecnologia, que tradicionalmente é baixa entre agricultores familiares, mais impacto o produtor sentirá.
“Precisamos criar estratégias de adaptação que conciliem aumento da produção e redução de emissões de gases de efeito estufa tanto para grande como para a pequena agricultura”, afirma Andrea Azevedo, diretora de políticas públicas do IPAM e uma das organizadoras do livro.
De subsídios para estimular a redução de emissões de carbono na agricultura familiar a medidas de adaptação às mudanças do clima, os temas versam sobre o desenvolvimento deste grupo de forma sustentável. “Esse grupo tem uma importante participação na produção de alimentos e na geração de emprego no campo, mas ao mesmo tempo é a que conta com menos recursos para investir e se adequar às mudanças”, explica Azevedo. “Uma das estratégias de adaptação da agricultura familiar é a diversidade na produção. Essa diversidade deve ser estimulada e fomentada e as políticas públicas, sobretudo a extensão, tem um papel importante nesse caminho.”
Porém, se bem definidas, tais estratégias podem incluir milhões de famílias de agricultores numa economia capaz de gerar as bases de um novo tipo de desenvolvimento para o campo.

FICHA TÉCNICA
“Caminhos para uma agricultura familiar sob bases ecológicas: produzindo com baixa emissão de carbono”
Organizadores: Andrea A. Azevedo, Maura Campanilli e Cassio Pereira; 224 páginas.
Produzido pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), com apoio da Climate and Land Use Alliance, Ford Foundation e Gordon e Betty Moore Foundation.

Disponível em: www.ipam.org.br.

Link para download alternativo: AQUI.

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