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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Jovem agricultora do Paraná muda o perfil da propriedade da família

Marlene enfrentou o marido para manter a criação de gado de leite.
Com investimento, o resultado foi melhor do que o esperado.


Paraná (PR) - Uma jovem agricultora do Paraná mudou o perfil da fazenda da família. Ela era dona de casa, mas decidiu enfrentar o marido para manter a criação de gado de leite, que ele queria abandonar.

Da genética dos animais à qualidade do leite, tudo é de primeira. Uma propriedade modelo, que investe em tecnologia de ponta para produzir 2.200 litros de leite por dia, em duas ordenhas.

Há pouco mais de cinco anos, os donos da propriedade pensavam em desistir do negócio, queriam fechar a leiteria. Anselmo e Marlene Kaiut tocam o sítio que pertence à família há mais de 60 anos. São 46 hectares no município de Carambeí. “A gente estava passando por um momento de dificuldade financeira e, na época, o preço do leite estava baixo”, conta Anselmo.

Foi quando Marlene, que na época tinha 24 anos e cuidava da casa, decidiu mudar o rumo dessa história. “Eu não tinha envolvimento com as vacas, mas eu gostava. Então eu sabia que se conseguisse uma boa administração, uma administração melhor e com pouco mais de dedicação, a gente conseguia mudar, reverter um pouco quadro que a gente estava”.

Marlene assumiu o negócio, mas no primeiro dia descobriu que não seria fácil. “Eu já não sabia fazer o trabalho e quando cheguei aqui e falei para o funcionário que era eu que ia tomar conta agora da leiteria, a primeira coisa que ele me disse já é que ele não aceitava receber ordem de mulheres. Então esse funcionário já foi demitido, foi para casa. Quando foi umas 10h da manhã, chegou novo funcionário me pedindo trabalho e esse funcionário não teve problema nenhum em me ensinar e ser mandado por uma mulher. Não teve dificuldade nenhuma”.

Marlene, que é formada em administração de empresas, montou um plano de trabalho, foi atrás de assistência técnica e de financiamento para melhorar a qualidade do rebanho e modernizar as instalações.

A primeira ação foi reformar o galpão e o passo seguinte foi melhorar a alimentação do rebanho. Para isso, Marlene contou com a ajuda do Fernando Solano, nutricionista da Fírizia, cooperativa onde entrega o leite. “Essas vacas aqui hoje estão comendo na faixa de sete quilos de ração, um quilo de concentrado proteico, que seria concentrado a base de farelo de soja, e mais dois quilos de fubá, além da silagem”, explica Solano. Outra mudança importante: as vacas passaram a comer três vezes por dia.

Só comida boa não garante alta produção. É preciso, também, ter vacas de qualidade, que respondam bem ao trato. Quando Marlene assumiu o negócio, o rebanho do sítio tinha 60 animais. Hoje, de mamando a caducando, são 200. Mais de 100 em lactação, quase tudo da raça Jersey.

Para não perder tempo, depois da cobertura, as vacas fazem exame de ultrassom periodicamente. Assim dá para confirmar a prenhes e conferir o desenvolvimento do feto. O resultado é visto na hora da ordenha, que começa cedo.

A produção das vacas é pesada individualmente, uma por uma. A higiene é impecável. Desinfecção de úberes, teste para mastite e equipamento lavado depois de cada animal ordenhado.

Além de economizar tempo, como tem um índice muito baixo de contaminação, Marlene recebe mais pelo leite que entrega na cooperativa. Um bônus, que leva em conta também o teor de gordura, que é naturalmente maior nas vacas da raça Jersey. São 20 centavos a mais por litro.

O marido, Anselmo, faz hoje o que realmente gosta. Técnico em agropecuária, toca a parte agrícola da propriedade. Inclusive, produz toda a silagem que as vacas consomem.

Anselmo também participa de todas as decisões e ajuda na administração da propriedade, que também passou por uma grande mudança. Hoje, os gastos, rendimentos, compras tudo vai para o computador.

Hoje, Marlene é quase uma celebridade no universo das mulheres do agronegócio. Já ganhou vários prêmios e dá palestras para criadores e empreendedores pelo Brasil afora. Por isso, muitos estudantes vão até lá em busca de estágio.

A produtora tem dois funcionários que vivem no sítio e não se incomodam nem um pouco em ter uma mulher no comando. Com coragem, ousadia e muito trabalho, Marlene ultrapassa obstáculos, vence desafios e ainda educa duas filhas, Yohana, de 12 anos, e Eibelim, de um ano, mas ela ainda tem muitos outros projetos para concretizar. “Quero fazer um confinamento um composto. Vamos ver futuramente o que vai ser melhor. Vamos chegar a 140 animais em lactação, que já é o nosso projeto, porque o nosso barracão já está pronto para o futuro, para 140 animais em lactação”.



 


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Equipe de pesquisadores desenvolveu modelo doméstico de Aquaponia

A técnica é um sistema integrado de produção de peixes e vegetais.
Não polui o meio ambiente, é econômica e está chegando agora ao Brasil.

Sistema de aquaponia. Foto: negociosdaterra.com.br.
São Paulo (SP) - Aquaponia é um sistema de cultivo recém-chegado ao Brasil, mas já usado em países com pouca disponibilidade de água doce, invernos rigorosos ou que tenham interesse em agricultura urbana.

Os peixes sujam a água para as plantas que, por sua vez, limpam a água para os peixes.
Esse é o funcionamento básico da Aquaponia - a produção integrada de peixes e vegetais em sistema de recirculação de água.

Aqui no Brasil, a Aquaponia ainda engatinha, mas tem despertado o interesse de instituições de pesquisa e produtores, que estão trabalhando para adaptar os modelos trazidos de fora para as nossas condições. É o caso da APTA - a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios.

No polo regional de Ribeirão Preto, o zootecnista Fernando André Salles e sua equipe desenvolveram um modelo doméstico de Aquaponia, que integra a produção de hortaliças folhosas, plantas aromáticas e medicinais com a criação de uma variedade do peixe lambari - o lambari rosa: "É uma espécie nativa, de ciclo curto - em cerca de 90 dias, ele já atinge o tamanho comercial - e é uma espécie de alto valor comercial. Por quilograma de peso vivo, ele é bem mais caro que a tilápia. Provavelmente, é a espécie mais cultivada em aquaponia".

O termo aquaponia nada mais é do que uma junção da palavra aquicultura - que é a criação de organismos aquáticos que tenham na água seu ciclo de vida parcial ou total (peixes, camarões, ostras, algas, jacarés, entre outros) - com hidroponia, que é o cultivo de vegetais na água. Existem várias configurações possíveis para montar um sistema de Aquaponia, mas em comum, todos têm três elementos: um tanque para criação dos peixes, um lugar para filtrar a água e um outro para plantar as mudas.

No modelo desenvolvido pela APTA, o tanque deve ter capacidade mínima para 500 litros de água e ser, de preferência, redondo: "É importante que a água entre tangencialmente em relação à parede do tanque, de modo a fornecer uma pequena corrente. Por que é importante essa hidrodinâmica? Para que aqueles dejetos que o peixe produz sejam carreados para fora do tanque", explica Fernando.

Com ajuda da gravidade, a água com os dejetos desce para um outro tanque - posicionado em um nível mais baixo do que o tanque dos peixes - onde uma bomba joga tudo para o filtro: um compartimento cheio de pedra, cascalho... "E no nosso caso, a argila expandida, que nada mais é do que um pedacinho de argila, cozido em alta temperatura".

Doutor Fernando explica que ocorrem dois tipos de filtragem: uma mecânica - pois tudo o que é sólido fica retido no compartimento - e uma biológica. Nesse ambiente, cheio de matéria orgânica, oxigênio e umidade, bactérias presentes na natureza se desenvolvem e recobrem toda a superfície da argila. Essas bactérias vão transformar a amônia tóxica, excretada pelos peixes, em nitrito e depois nitrato, que é uma substância altamente absorvida pelas plantas. "Essa amônia, se você permitir que ela se acumule no sistema, ela se torna tóxica para o peixe, podendo ocorrer o envenenamento do peixe".

Assim como na hidroponia convencional, as mudas podem ser cultivadas em sistema de calha, em placas de isopor flutuantes ou na argila do próprio filtro: "Você tem filtragem e manutenção das plantas, num ambiente único. Tanto que esse é o sistema que nós estamos recomendando, para quem quer fazer uma pequena Aquaponia caseira".

Os pesquisadores da APTA estão trabalhando com uma densidade baixa de peixes: 10 Kg por metro cúbico de tanque. "Justamente pra fazer o aproveitamento integral dos dejetos".
Para calcular a área das hortaliças, Fernando explica como é feita a conta: "Para cada metro quadrado de canteiro de hortaliças, nós necessitamos de 15g a 30g de ração por dia".

A água leva cerca de uma hora para percorrer todo o sistema e voltar para o tanque. Só é preciso repor uma ou outra perda por evaporação.

Essa economia de água é a grande vantagem da Aquaponia, mas não a única: "É uma das poucas formas de produção animal, no caso o pescado, em que não há geração de efluentes, porque esses efluentes que são os dejetos do peixe, serão aproveitados pela planta".

Além disso, toda a produção de hortaliças é livre de agrotóxicos. Esses produtos, usados no controle de pragas e doenças, podem matar os peixes. Essa característica do sistema é também um dos desafios dos pesquisadores, que buscam agora desenvolver um modelo de Aquaponia para produção em escala comercial: "O primeiro desafio: conseguir equacionar essa produção dos nutrientes que se dá pelos peixes e o consumo dos nutrientes pelas plantas; um segundo desafio: é necessário estudar a parte de controle biológico, de medidas que evitem que os problemas se instalem na Aquaponia. No modelo doméstico, você consegue lidar com um nível de dano, por exemplo, por inseto, ou de deficiência nutricional que é aceitável. Agora, no comercial as exigências são um pouco maiores".

Uma Aquaponia caseira, com 2m² de canteiro, um tanque de 500 litros e uma bomba, custa aproximadamente R$ 600. Isso para quem for comprar tudo novo. A Apasian, Associação dos Pescadores Amadores de Santa Isabel, também em São Paulo, gastou bem menos para montar uma Aquaponia no fundo da casa do seu Jair Ferreira, membro da associação: "Todo o material que a gente está usando aqui, é material que seria descartado por outras pessoas e a gente acabou utilizando. Eu precisei comprar duas bombinhas, eu gastei na faixa de uns R$ 250 a R$ 300, no máximo.

São três tanques de mil litros com tilápia, uma banheira para decantação dos dejetos, um filtro, e 6m² de alface cultivada em sistema de calha.

Faz dois anos que seu Jair toca essa aquaponia sem nenhum tipo de assistência. Nesse período, ele inventou muita coisa para lidar com os problemas que foram aparecendo: por exemplo, colocou aguapé no tanque, para diminuir a quantidade de amônia na água. Passou a cultivar uma plantinha chamada Lemna, pra dar aos peixes e economizar ração. Colocou pedaços de ferro no fundo filtro. "A gente usou o vergalhão e a gente conseguiu resolver em 90% essa falta de ferro na verdura".

Manejo básico aqui é alimentar os peixes três vezes por dia, ficar de olho na temperatura - já que a tilápia come menos no frio - e fazer análise da água de duas a três vezes por semana: "Tem que monitorar, senão você não consegue o sistema".

Seu Jair já acumulou muito conhecimento e age rápido em qualquer problema que possa ser encontrado no monitoramento. Se o PH começa a subir, ele joga vinagre. Se a amônia está muito alta, joga gesso. Se o nitrito está alto, joga cal.

Além do custo da ração, a associação gasta cerca de R$ 40 por mês com energia elétrica para manter o sistema. Quando perguntado sobre o lucro, seu Jair explica: "Pouquinho. Porque, como é um sistema pequeno, a nossa produção de pescado também é pequena, a gente tem na faixa de 25kg de peixe por caixa d’água. Consegue aí, quando a gente tem uma boa venda, uns R$ 200, R$ 300 de lucro por mês".

Mas, ainda que o lucro seja pequeno, seu Jair diz estar satisfeito: "Eu posso falar, de peito aberto, que eu to animado com a Aquaponia. Porque pelo menos um sustento para minha família, eu consigo tirar da Aquaponia".

Desde que o peixe se adapte bem ao ambiente de cultivo e, principalmente ao clima da região, qualquer espécie pode ser criada na aquaponia. E não precisa ser peixe. Há experiências bem sucedidas com criação de rã ou camarão, por exemplo.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Trabalho em grupo transforma a vida de pequenos produtores no ES

Olá empreendedores, trago a vocês uma reportagem que foi ao ar em 22 de julho de 2012 no Globo Rural, apesar de se um pouco antiga, a reportagem chama atenção pelo fato da conquista alcançada pelos produtores rurais de uma pequena comunidade, dada mediante a criação de uma Associação

Devido a esse caso de sucesso, gostaria de demonstra aos piscicultores familiares do Estado do Pará e demais regiões brasileiras, que a cooperação e ajuda mutua resulta em grandes benefícios não só individuais, como em toda a comunidade ou região. Esse caso de sucesso de uma associação de produtores de café pode se utilizado como exemplo, podendo se adaptado a realidade de cada produtor ou região do País, nesse caso, trago essa discussão para os piscicultores do Estado, onde um dos maiores entreves é a aquisição de ração a baixo custo. Penso eu que com uma associação de piscicultores, os custos podem se reduzidos diante de uma compra em conjunto (em uma maior quantidade). Esse é um dos benefícios, veja a matéria a seguir sobre a associação e tudo que eles conseguiram alcança com o trabalho em equipe.

Portanto, espero que esse exemplo de sucesso, possa inspira outros agentes a reproduzir essa experiencia em sua comunidade.

Espírito Santo (ES) - Agricultores começaram a trabalhar nas plantações em esquema de mutirão.Melhorias causaram uma disparada na produtividade das lavouras.

A fundação de uma associação mudou radicalmente a vida dos produtores de café do Espírito Santo. Com o trabalho em conjunto eles conseguiram superar vários problemas da comunidade.

A paisagem do sul do Espírito Santo combina muitas montanhas e vales bonitos, pedras imensas e cachoeiras. A comunidade Palmeiras, cujo nome vem das palmeiras que dominam o morro, fica no município de Mimoso do Sul, perto da divisa com o Rio de Janeiro. O lugar, formado por 40 famílias, se destaca pelo plantio de banana e, principalmente, pelas lavouras de café conilon, produto mais importante da região. As áreas de cultivo são pequenas e variam de três a cinco hectares.

O agricultor José Cláudio Carvalho e a esposa, Rosa Machado, nasceram e cresceram na comunidade. “A nossa história de comunidade tem uma transformação muito grande. No passado era muito difícil. Trabalhava-se, mas tinha pouca renda. A gente trabalhava de forma e desorganizada e não tínhamos produtividade”, diz.

As transformações em Palmeiras começaram em 1991, ano em que um madeireiro de fora da cidade comprou um lote de terra e começou a cortar árvores no alto do morro. O desmatamento, que colocava em risco as nascentes e os rios da comunidade, gerou uma reação. “Imediatamente nós nos unimos, fizemos um abaixo-assinado e tentamos envolver orgãos que pudessem nos ajudar. Em uma semana, nós conseguimos impedir a derrubada”, diz o agricultor Juvanildo Machado.

Além de salvar as nascentes, a reação dos agricultores marcou uma mudança de atitude. Primeira vez, eles agiram em grupo. No início, a associação, fundada em 1992, enfrentou dificuldades. Como a experiência era nova, muitas pessoas desconfiavam desse trabalho. Aos poucos, com muitas conversas, acertos e erros, as reuniões foram ficando cheias e o resultado apareceu.

Na primeira mudança, os agricultores começaram a trabalhar nas lavouras em um esquema de mutirão. No trabalhando em grupo os vizinhos não precisavam mais gastar com mão de obra na hora da colheita.

Motivados pelo novo ambiente de trabalho, os agricultores decidiram resolver a questão da baixa produtividade das lavouras de café, outro problema sério da comunidade. Para isso entraram em contato com entidades de pesquisa e assistência técnica da região.

O primeiro socorro veio do Incaper, um órgão do estado do Espírito Santo. Os agricultores passaram a receber visitas regulares de agrônomos e técnicos. Foi uma fase de aprendizado. Naquele tempo, as lavouras eram antigas e pouco adensadas. As plantas tinham muita praga e davam pouco café.

As melhorias causaram uma disparada na produtividade das lavouras. Antes, os agricultores não colhiam mais do que dez sacas por hectare. Hoje, a colheita, na mesma área, passa facilmente de 70 sacas.

As primeiras conquistas ligadas à associação foram tão positivas que acabaram mudando o ânimo de toda a comunidade. Muitos jovens agricultores, que já tinham largado o estudo, resolveram voltar para a escola e se formar no ensino médio.

Assista na integra o vídeo dessa belíssima reportagem e exemplo de cooperação entre pessoas.

Link do vídeo >>> Parte I : AQUI.

Link do vídeo >>> Parte II : AQUI.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Caso de sucesso: Litoral do Paraná – Fazenda Borges

Foto: Mapa da fazenda com os seus viveiros.
Localizada no município de Paranaguá, litoral do estado do Paraná, a fazenda Borges iniciou a implantação de viveiros, voltada a carcinicultura, no início da década de 90 (1993-94), com espécies nativas de camarões (camarão rosa e camarão branco). Apresentando uma área total de 2.474,6 ha, o regime de produção é dividido em 19 viveiros escavados, com sistemas de drenagem independentes, sendo a água oriunda do rio Medeiros, com características salobras. É constituído por 5 viveiros-berçários e 14 viveiros de engorda.

Antonio Sérgio Borges, empreendedor, adotou um regime de produção semi-intensivo, com utilização de aeradores com uso parcial, aproveitando a biota natural como parte do alimento para as espécies cultivadas. Hoje, após aprovação do IBAMA, a propriedade realiza cultivo com espécies exóticas, como Litopenaeus vannamei, nativa da costa oriental do Oceano Pacífico (Peru ao México). No início a produtividade total era considerada bastante baixa, cerca de 250 kg/ha/safra, hoje, com implantação de novas tecnologias, a produtividade média anual ultrapassa 4.000 kg/ha/safra.

O acesso a propriedade é feito exclusivamente por barcos, e para evitar contaminação externa foram adotadas medidas de seguranças, em que todos os visitantes devem utilizar equipamentos de proteção individual (EPI’s) e pessoas que tiveram contato com outras fazendas, larviculturas ou áreas infectadas, não podem ter acesso ao interior da fazenda por, no mínimo, 48 horas. Outra medida adotada pela fazenda é a de somente adquirir larvas que apresentem laudos negativos ao vírus da mancha branca e outras possíveis enfermidades, sendo o principal fornecedor de larvas um laboratório do Rio Grande do Norte (Aquatec).

A carcinicultura é o setor da aquicultura com as maiores taxas de desenvolvimento científico e tecnológico, o que transformou esta atividade fonte de renda para muitos empreendedores. Em conjunto ao Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais (GIA), a fazenda Borges realiza estudos técnico-científicos, monitoramento ambiental, análise dos parâmetros de qualidade de água e busca de desenvolvimento de novas tecnologias para produção de ostras e camarões no litoral paranaense. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Casos de sucesso na Piscicultura

Olá pessoal, trago a vocês uma história super inspiradora para quem quer empreender no ramo da piscicultura, assista ao vídeo e veja a história de sucesso do piscicultor Guilherme Coelho do estado de Piauí.




Texto Sebrae - O conhecimento é o melhor parceiro do empresário e o Sebrae desenvolve uma série de vídeos sobre “educação empreendedora”, “orientação empresarial” e “casos de sucesso”, para ajudar o empresário na gestão do seu negócio.


Estes vídeos são veiculados pelo Youtube e já contam com mais de 15 milhões de visualizações.

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O Afinidades é um programa de encontros interessantes e inusitados entre empresários que tenham algo em comum.


Neste episódio, o Sebrae reuniu dois piscicultores: Guilherme Coelho, de Esperantina (PI), e Leonel da Mata, de Brasília (DF), que, além de criar peixe, é dono dos restaurantes Peixe na Rede. Confira o papo entre os dois empreendedores de sucesso no vídeo abaixo e inspire-se.

Fonte: www.sebraemercados.com.br