As vantagens do empreendedorismo no Brasil

Olá amigos profissionais, estudantes e demais interessados, segue abaixo um assunto relevante abordado pelo site Conta Azul sobre as vantagens do empreendedorismo no Brasil. Aproveite a leitura. Caso queira aprofundar mais sobre o tema, acesse o site da Conta Azul, lá tem várias materias sobre empreendedorismo e de como lidar com as situações cotidianas de um negócio no Brasil.


Segundo dados do Governo Federal, todos os anos o Brasil ganha cerca de 600 mil novos negócios. Além deles, existem hoje em torno de 1,5 milhão de microempreendedores individuais. Em valores absolutos, ficamos apenas atrás da China no número total de empreendedores, com 21,1 milhões.

Esses dados apenas contribuem para afirmar que o empreendedorismo no Brasil está cada vez mais sólido. Não apenas para negócios mais tradicionais, como lojas, restaurantes e mercados, mas também para empresas de tecnologia, as startups. Esse cenário favorável, basicamente, se mantém por meio de um tripé muito conhecido em países desenvolvidos, mas que agora toma forma por aqui: educação, poder público e oportunidade.

Educação empreendedora

Antigamente, as universidades e outros órgãos ainda não viam o empreendedorismo como uma vertente a ser explorada. Era difícil encontrar bons cursos, livros e até profissionais dispostos a ensinar como se “forma” um empreendedor. Com o crescimento do número de pequenas e médias empresas, houve também o aumento no número de facilitadores de conteúdo sobre empreendedorismo.

Dessa forma, com o apoio de instituições de ensino, é mais fácil empreender no Brasil hoje. Há mais livros específicos sobre o assunto, mais pessoas disponíveis para contar suas experiências e até graduações inteiras voltadas a empreendedorismo. Isso demonstra um amadurecimento de todo o ecossistema empreendedor, não apenas das empresas.

Ajuda do poder público

O Brasil é famoso por dificultar a criação de novas empresas. Nossas leis exigem um número sem fim de documentos e a burocracia retarda e inibe novos negócios. Até por isso que muitos empreendedores ainda trabalham sem registro algum. Porém, nos últimos anos, o governo tem tentado mudar esse cenário através de novos políticas de incentivo, como a Lei do Microempreendedor Individual, o Simples e o recente programa Startup Brasil.

São progressos que incentivam o surgimento de novos empresários que criarão mais empregos e soluções para um país ainda carente em diversas áreas. Com isso, além de arrecadar mais impostos, o governo auxilia essa nova classe de empreendedores.

Um país de novas oportunidades

Comenta-se muito que o Brasil de hoje é o Estados Unidos da década de 50: um país propício a empreendedores dispostos a resolver problemas. A verdade é que atualmente o nosso país é melhor do que os Estados Unidos da década de 50. Temos um país cheio de oportunidades e problemas a serem resolvidos, desde uma estrutura falha de logística até a ascensão de uma nova classe média ansiosa por novos produtos e serviços.

Esse cenário criou um país aberto para novas empresas interessadas em criar valor para os seus consumidores. Nunca se teve tanto acesso à internet, por exemplo. Nunca tantas pessoas estiveram em contato umas com as outras como agora. Isso tudo, mesmo ainda com entraves burocráticos e com pouco dinheiro, cria um país perfeito para se empreender.

Em território verde amarelo, esses empreendedores ganham cada vez mais espaço, e há muita gente querendo entrar no clã: 76% dos brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser empregado de terceiros — essa é a segunda maior taxa do mundo, somente atrás da Turquia.

Confira no infográfico abaixo os perfis dos diferentes tipos de empreendedores e o que eles buscam para crescer:


É claro que ainda temos muito o que conquistar. Nossas leis ainda emperram muitas ideias, o acesso ao dinheiro poderia ser facilitado, as universidades poderiam focar ainda mais em formar empreendedores. Esses pontos ainda precisam melhorar. Porém, estamos em franco desenvolvimento de um país empreendedor. De um país onde não queremos mais ser dependentes de produtos e serviços estrangeiros. Basta continuar trabalhando.